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Como harmonizar refeições e negócios?

Um cartaz de uma manifestante na Câmara dos Deputados chamou a atenção da imprensa em outubro: “Cuide de seu decoro que eu cuido do meu decote”, em resposta às medidas da mesa diretora para regular a adequação das vestimentas dos funcionários. As convenções sociais, como o conhecido “dress code” (código de vestimenta) fazem parte do nosso convívio social e mudam de acordo com a cultura e a evolução dos tempos – afetados por aspectos morais do que se julga certo ou errado, logo não são uma unanimidade. Logo definir regras absolutas para problemas relativos geralmente resulta em conflitos interpessoais.

A comparação proposta pela manifestante citada entre decote e decoro é um lado interessante desta questão. Nos dias que vivemos uma crise moral e ética patrocinada pelos personagens ligados ao governo que, sob o tapete do dito “legal”, esconde sujeiras éticas e morais, questionar se a profundidade do decote, o tamanho da saia, o tipo de calçado ou de camisa são os mais apropriados, realmente beira o ridículo. Ainda assim, regras e convenções sociais mínimas servem para harmonizar o convívio social entre pessoas de valores e personalidades distintas.

Assim como encontramos livros e sites sobre como harmonizar vinhos e comidas, podemos pensar em regras para harmonizar os almoços, jantares, cafés da manhã ou “happy-hours” com negócios, já que conhecer algumas convenções sociais a este respeito pode ajudar a não darmos de frente com um cartaz de repulsa de um cliente ou fornecedor, chefe ou subordinado, ou qualquer outro personagem com quem tenhamos um encontro aparentemente “informal” de negócios. Assim como no comentário do parágrafo acima, prefiro desqualificar a validade de qualquer “regra” das propostas aqui quando a motivação do encontro é escusa, ilícita, antiética ou suja, como algumas que soubemos pelas investigações e delações — para estas, uma refeição em um chiqueiro seria mais apropriada.

Entretanto, felizmente, vivemos em um mundo em que a maioria ainda é honesta e marca encontros visando realizar negócios, fazer entrevistas, estudar parcerias, e para esses encontros, cabem reflexões sobre alguns elementos básicos de convenções sociais e de educação.

Quem convida e quem paga?

A refeição de negócios pretende ser um encontro informal com um objetivo formal, expresso ou implícito: vender um produto ou serviço, contratar um empregado, conseguir apoio para uma causa, obter informações de uma fonte, por exemplo. Apesar da aparente informalidade de uma refeição, a escolha desse formato de reunião já determina algumas regras.

Uma das regras mais importantes é o agendamento da reunião; aquele que convida propõe alternativas de data, horário e local checando o que é mais favorável ao convidado. Ao fazer isso, o anfitrião deve estar preparado para a escolha do outro, sendo coerente com seu orçamento e seu calendário. Tremer na base e demonstrar ansiedade quando olha o cardápio ou dizer que só quer uma “entradinha” para economizar na conta ou ficar de olho no relógio o tempo inteiro porque agendou um outro compromisso crítico depois de 60’ do início, geram o risco de se colocar a perder o objetivo da reunião. Como a grande maioria desses encontros se dá em almoços, contar com o trânsito livre para ambas partes, é uma aposta arriscada nas grandes cidades. A regra mais segura é chegar mais cedo do que o combinado, mesmo que tenha que abrir o restaurante com os garçons.

Ainda relacionado ao agendamento, a etiqueta ou a velha “educação que se aprende em casa” recomenda respeitar o que se compromete. O fato de ser um almoço ou jantar não diminui a importância do compromisso. Esquecer que agendou um almoço ou cancelar menos de um dia antes (a menos que seja motivo de força maior – como doença ou acidente e não que o chefe pediu um relatório) é, no mínimo, falta de respeito com quem quer que seja. Geralmente, a parte que tem menos “poder” é o interessado pelo fechamento de uma venda, mas isso não dá o direito ao cliente potencial, de ser mal-educado, sem chamuscar sua reputação. No caso de uma entrevista de emprego, este “poder” é mais distribuído mas está mais nas mãos de quem precisa mais do emprego ou do candidato de alto potencial que está muito bem empregado, mas mesmo nestes casos, a educação sempre é regra para ambos.

Outra regra não escrita é o pagamento da conta. Nos dias atuais é aceito que parceiros de negócio que já resvalam em amizade, onde o interesse pela reunião é bem dividido, “rachem a conta”. Porém, quando um fornecedor convida um potencial cliente para falar sobre seu produto ou serviço ou um executivo convida um candidato potencial está implícito que quem convida paga, mesmo que o convidado faça aquela famosa encenação de ameaçar tirar a carteira ou perguntar retoricamente “vamos dividir?” – não caia nessa! Faz parte do teatro corporativo.

Quem fala quando e o quê?

Outro aspecto desses encontros informais com objetivos formais que pode gerar dúvidas ou saias justas é quando deve-se entrar no assunto que originou o convite. O “rapport” inicial da etiqueta – falar sobre o tempo, sobre o resultado do jogo, o trânsito e outras amenidades — faz parte do “teatro”, tomando-se o cuidado para não adentrar temas controversos como política, pois como isso pode se tornar o prato principal nos dias atuais, ele pode ser indigesto, dependendo se os interlocutores estão em lados opostos. Tirar do cardápio temas de religião, política e mesmo futebol (se for um almoço em Buenos Aires) é sempre mais aconselhável.

Às vezes, por educação demais estica-se o “rapport” e quando se resolve entrar no tema principal, o convidado anuncia que precisa ir embora. Então, uma regra básica: logo depois dos cumprimentos, perguntando sobre o tempo disponível para a reunião, coloca-se no “couvert” a objetividade pressuposta para ambas as partes, junto com a escolha dos pratos. Para os mais numéricos, considerar cerca de 20% do tempo para amenidades é um parâmetro razoável.

Falar é muito importante, mas ouvir é indispensável. Os americanos têm a expressão de “elevator speech” ou discurso de elevador, para caracterizar uma apresentação do “peixe” a ser vendido com a objetividade necessária para um discurso durante o trajeto de um elevador, digamos de 15 andares. Tendo na cabeça um resumo objetivo do que eu quero falar, de cerca de 3 minutos, já de cara consigo saber a opinião e o interesse de meu interlocutor. Esta abordagem permite-nos avaliar o quanto podemos detalhar nossa proposta ou se já podemos pedir o cafezinho pois nosso convidado revela total desinteresse e muda de assunto.

O outro ingrediente indispensável é a escuta presente, ativa, genuína, e todos adjetivos que se atribui à demonstração de real interesse no que a outra pessoa está falando. Trata-se de ouvir realmente e não parecer ouvir enquanto está preparando a próxima fala. O negócio está parcialmente fadado ao fracasso se a outra pessoa se sente desrespeitada por não ser escutada. Como um amigo, candidato a uma posição executiva, comentou que o Diretor de RH, falou 90% do tempo da entrevista de emprego, revelando que queria apenas falar de si e não saber do candidato – acabou virando parte do folclore do diretor.

Pecados capitais

Nos dias de hoje, parece cada vez mais comum, observarmos reuniões em mesas de restaurante em que 50 a 100% deles estão entretidos com seus “smartphones” (ou telefones espertos). O abuso deste costume, mesmo quando se está com amigos ou familiares, decreta a categoria dos “dumbphoners” (usuários de phones idiotas) que se anunciam em toques expressivos, como o hino do timão em alto e bom som. Lembremos que existe um comando que emudece o telefone para se minimizar o pecado nos encontros sociais.

A tendência de se estender este vício para as refeições de negócios é como querer harmonizar vinho com hambúrguer ou caipirinha com macarronada, não rola… principalmente se você é o interessado no negócio e anfitrião. Claro que ao convidado educado também não cabe perdão por esse pecado, exceto se anuncia, logo no início, que está aguardando uma mensagem ou ligação que requererá interromper a conversa. Superar a crise de abstinência pela duração da refeição é um esforço que ambos, convidado e anfitrião, devem fazer – e para ajudar já existem clínicas de reabilitação para este fim.

Outro pecado capital que pode virar mortal para o objetivo que tínhamos é o uso da bebida alcoólica para descontrair. Almoços de negócios são mais seguros porque é mais raro a inclusão de etílicos no cardápio, mas em jantares, mesmo em tempos de lei seca, isso é mais comum e em “happy hours” é quase inevitável. Como o dito popular “in vino veritas” previne, dependendo da resistência alcoólica dos convivas, estas bebidas podem abrir espaço para se falar verdades ou fazer graças que acabam em arrependimentos tardios. Portanto, prefira almoços sóbrios ou se prepare para muito comedimento nas doses ou taças para não transformar a reunião numa “sad hour” de ambas as partes.

Antes e depois do encontro

Como nos apresentamos e interagimos antes e depois da refeição de negócios, seja almoço ou jantar, também é importante. Se você vai falar sobre um serviço, mandar algum material interessante antes do almoço desperta o interesse por mais informações para entrarem no cardápio do encontro. E, ao final da refeição, combinar próximos passos e tentar agendar uma reunião em uma das empresas, serve para avaliar o potencial do negócio ou da busca do novo emprego.

Porém, o antes e depois também se refere à reputação que construímos em nossa rede de relacionamentos. Independentemente da tecnologia, faz-se necessário pensar sobre a etiqueta das redes de relacionamento e seu impacto sobre as amizades e as carreiras. Como nos comportamos com o estabelecimento de novos contatos e manutenção dos anteriores, é um elemento essencial para a gestão de nossa carreira e de nossa reputação pessoal e profissional. Não se consegue mais sair impunemente de um pequeno escândalo na web pois os Twitters e Facebooks ou melhor, as pessoas que os ativam são implacáveis.

Existem pessoas que desgastam sua conta corrente emocional pois aparecem do éter, como que por mágica, quando estão num momento de “transição de carreira” para pedirem para avaliar e encaminhar seu CV, e depois, desaparecem tão rapidamente quanto surgiram. Já “transicionados” para um novo emprego, seu canal de networking sai do ar e, provavelmente, será acionado novamente na próxima transição.

Mesmo antes de se recolocarem, alguns colegas comentam sobre contatos corporativos que na “rua da amargura” ou a caminho dela, pedem um “cafezinho” para conversarem e pedir um conselho ou dica. Mesmo recebendo um aceite e com uma oferta de data e horário, somem do mapa, até que a próxima crise apareça. Estas pessoas, aos poucos, vão encontrar portas fechadas para suas redes — falimentares que estarão por inanição de respeito e trocas de atenção.

Voltando ao tema inicial do decote ou decoro, convenções sociais servem para regular o convívio social em que meu direito vai até onde começa o do outro. Seja o tamanho do decote ou a pontualidade nos almoços de negócios, os limites dessas regras dependem, antes de mais nada, do respeito a nós mesmos e aos outros e este depende de nossos valores e da educação e ética básicas que esperamos uns dos outros, ingredientes fundamentais para uma reputação sustentável na vida pessoal e profissional.

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Agir positivamente e estar no comando são essenciais para empreender

Por Roberto Santos

Todos nós já tivemos ou temos aquela fantasia sobre seu voo solo na carreira. Aquele momento em que damos o grito de independência ou corte (de pessoal) e resolvemos abrir nosso próprio negócio ou aderir a uma franquia – queremos ser empreendedores!

Mas por que para algumas pessoas esse sonho se realiza e para outras ele se torna um pesadelo que as remetem à coluna de classificados de empregos ou ao LinkedIn. Veja a seguir algumas características de quem tem perfil empreendedor:

1º) Ambição

Esse atributo intrapessoal se confunde com a própria noção de empreendedorismo – coragem, firmeza, tomar iniciativas e decisões sem que alguém lhe diga para fazê-lo, aceitar desafios que significam sair de sua zona de conforto, foco e determinação na busca de resultados, facilidade e satisfação em liderar outras pessoas etc. Cabe refletir se no transcorrer de sua carreira: Você age ou agia proativamente e estava sempre buscando uma oportunidade de assumir o comando das situações? O quanto você se sentia motivado pela competição que havia dentro de seu setor? Esse tipo de motivação para o sucesso numa competição e para liderar negócios e pessoas, ao invés de ser liderado, será fundamental se a opção por empreender for definitiva.

2º) Segurança

Segundo pesquisas, os empreendedores são pessoas que conseguem conviver com situações ambíguas e pouco estruturadas, e não são apegados a formas convencionais e familiares de encarar os problemas e oportunidades. Assim, cabe sua reflexão:

Como você reage ou reagia nos momentos de transição de sua carreira: mudanças de área, de cargos, de empregos, de cidades etc? Congelava só de imaginar e listar todos os riscos que estaria correndo e acabava por evitar as oportunidades, mesmo que significassem um ganho maior? O empreendimento próprio carrega em seu DNA, uma forte dose de riscos. Se preferirmos a opção da segurança e previsibilidade, talvez não valha a pena se aventurar por esses campos de incertezas.

3º) Tino comercial

Status e controle sobre nosso ambiente são uma necessidade básica dos seres humanos. E empreendedores bem-sucedidos possuem ambos, muitas vezes na forma do reconhecimento e poder. Eles também são motivados por uma necessidade de previsibilidade e respeito dos outros. No entanto, mais importante para energizar os empreendedores é a motivação por fazer negócios, ganhar dinheiro, gerar empreendimentos lucrativos. Aqueles nossos conhecidos ou parentes que quando encontramos numa festa logo começam a falar sobre seus investimentos, sua última barganha, seu plano de poupança e coisas do tipo, são aquelas que têm a motivação comercial no topo de suas prioridades. Eles têm o que se conhece como tino comercial que ajudará bastante em seus empreendimentos pessoais. A atenção aos aspectos financeiros de um empreendimento desde a criação de um plano de negócios, definição de métricas e retorno do investimento, como o “break-even” e outras pode não ser suficiente para o sucesso do negócio, mas é certamente muito necessária.

4º) Perseverança

Outro elemento importante que se destaca em várias listas de ingredientes essenciais no perfil do empreendedor é a perseverança, resiliência ou resistência à frustração, mesmo após alguns revezes que estão sempre à espera de qualquer empreendedor. A base dessa característica é a autoconfiança, a autoestima elevada que contribuem para uma visão otimista sobre as oportunidades que se apresentam. Há que se lembrar do outro lado dessa fortaleza dos empreendedores: o exagero da autoconfiança que se transforma na arrogância e dificuldade de reconhecer os erros e aceitar feedbacks de que as coisas não estão indo bem, sem matar o mensageiro das más notícias.

O empreendedor precisa saber patinar sobre essa tênue linha no gelo, entre o otimismo autoconfiante sem descarrilar para a surdez e cegueira narcisistas. Na reflexão sobre nossa predisposição para empreender, devemos nos perguntar se, em nossas vidas como empregados, nos abatíamos demais à cada frustração, custando a nos recuperarmos; então, talvez não tenhamos energia para levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima, quando tivermos a primeira proposta recusada ou negócio fracassado.

5ª) Gregário ou solitário convicto

Se você é uma pessoa extremamente extrovertida, que adora estar cercada de pessoas e tem dificuldade de trabalhar sozinha e passar horas sem ninguém para trocar ideias, pense bem no tipo de negócio que vai abrir. Um mesmo ramo de alimentação pode oferecer uma oportunidade de pouca interação direta com o público, como um serviço de entrega de pizzas ou demandar intensas e constantes relações públicas como num barzinho ou restaurante. O empreendedor típico é aquele que se caracteriza pela ampla rede de relacionamentos e sua habilidade interpessoal de formar e manter essa rede se confunde com sua capacidade de vender seus produtos, serviços ou ideias. Isso não significa que os introvertidos não possam ser grandes empreendedores. Um exemplo disso são os famosos “nerds” do Vale do Silício.

Um tipo como Mark Zuckberg com certeza não parece ser o expansivo e falante vendedor típico. Talvez sua visão ao criar o Facebook tenha sido gerada pela própria necessidade de ter de suprir suas dificuldades de interação social – e deu no que deu. Em algum momento, os empreendedores introvertidos foram/são inteligentes o suficiente para se cercar de pessoas que os complementam naquilo que são vulneráveis. Então, se você é do tipo introvertido e que adora trabalhar sozinho, cuidado para não se fechar em sua concha e adiar os contatos vitais com seus clientes potenciais.

6ª) Criatividade e inovação

Frequentemente associamos a imagem do empreendedor àquela do inventor que tem uma ideia brilhante que transforma em um negócio único que cria tendências, cria um mercado, lidera a concorrência até que vende seu empreendimento e fica milionário ou transforma-o em uma franquia e continua expandindo seu poder e sua fortuna. De fato, os empreendedores tendem a ser visionários e imaginativos, abertos para novas formas de enxergar o cenário macro e desenvolver ideias que ninguém havia pensado. Contudo, nem sempre o empreendedor é um inventor ou é criativo em sua acepção da palavra de criar um produto novo. Empreendedores podem inovar no modelo de comercialização como fez a Dell. Seus computadores nunca tiveram nada de criativo ou diferente dos concorrentes, mas quando Michael Dell pensou em seu modelo de negócios pelo qual as pessoas “montam” seu computador conforme a necessidade e a fábrica só fabrica uma unidade que já foi vendida ao consumidor final, ele inovou radicalmente o setor.

O inventor pode ter ideias criativas e brilhantes, mas se não tiver a astúcia e a visão para vê-las materializadas em um modelo de negócios, chegando de forma lucrativa a um mercado consumidor, ele não passará de um Professor Pardal sonhador. A reflexão do candidato a empreendedor nesse aspecto deve focalizar não o quão criativos fomos ou somos em nossas carreiras como empregados, mas o quanto fomos capazes de pensar em novas formas de se fazer as coisas, defender estas propostas, mesmo com oposição e implantá-las de forma satisfatória e resultados concretos. Aqueles candidatos a empreendedores que se percebem como continuamente pensando fora da caixa ou até vivendo o tempo todo fora da caixa devem também considerar que a opção de se associar a uma franquia poderá ser cerceadora demais para seu espírito independente e inovador.

7ª) Autodesenvolvimento contínuo

Quando estamos afiliados a grandes empresas, muitas vezes somos convocados a programas de treinamentos que podem parecer muito úteis ou perda de tempo. Dependendo de nosso perfil pessoal, somos mais do tipo de deixar em última prioridade a atualização e aperfeiçoamento pessoais. Mais do que nunca, em nosso mundo atual de evolução rápida, constante e turbulenta de conhecimento, o autodesenvolvimento contínuo é crítico para qualquer campo profissional e não cuidar disso pode ser fatal. Portanto, crie um momento no dia, na semana ou no mês, em que você possa cuidar de sua reciclagem profissional. Invista em você mesmo!

Dez dicas para sua empresa sobreviver

 

Cabe destacar 10 excelentes dicas para a sobrevivência de empresas apresentadas no site do SEBRAE, que repito aqui:

1ª) Planeje-se sempre;

2ª) Respeite sua capacidade financeira;

3ª) Não misture as finanças da empresa com finanças pessoais;

4ª) Fique de olho na concorrência;

5ª) Prospecte novos fornecedores;

6ª) Tenha controle do seu estoque;

7ª) Marketing não se resume a anúncio, invista em outras estratégias;

8ª) Inove mesmo que seja um produto/serviço de sucesso;

9ª) Invista sempre na formação empresarial;

10ª) Seja fiel aos seus valores e do seu negócio.

O resumo da ópera é que para que a aventura do negócio pessoal não se transforme numa tragédia grega ou em uma comédia de pastelão, faça uma revisão de seu perfil pessoal. Conhecendo melhor a si mesmo e as condições materiais de que dispõe, você poderá dimensionar o grau de esforço e de artifícios que deverá planejar para encontrar um final feliz em sua história que hoje pode ser apenas de ficção científica.

Com Vya Estelar

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Confira três passos para construir uma empresa empreendedora

As pessoas diferem em orientação e habilidades empreendedoras, independentemente se são elas que controlam a empresa ou se são contratadas por alguém. Mesmo grandes corporações tornam o empreendedorismo uma prioridade estratégica – querem permanecer ágeis, atentos e ambiciosos – e agora incluem as inovações no coração do planejamento.

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